7 de Maio de 2008

neste último mês...

...andei tão ocupada com os meus sentimentos que nem tive tempo para dar notícias por aqui. acho que às vezes é assim mesmo, temos de dar espaço a nós próprios para ressacar de algo que nos marcou. felizmente a época depressiva já está a passar e volto a ter vontade de contar todas as minhas aventuras... vividas ou sonhadas :)

os meus anos foram passados em grande, com uma surpresa elaborada pela minha mãe e que envolveu amigos que já não via há 10 anos. os mais recentes também apareceram e a casa estava mesmo cheia... e claro que obriguei todos aqueles que estavam lá (até os que foram por causa de Dave Matthews Fan Tribute e não por mim) a cantar-me os parabéns 3 vezes... :) anyway, obrigada a todos os que apareceram.

prometo voltar amanhã com mais novidades...

17 de Abril de 2008

25 anos

no próximo dia 27 deste mês vou fazer 25 anos. é uma data como outra qualquer, eu sei. mas não é para mim. acabei este ano a faculdade, comecei a trabalhar... tive alguns desgostos, principalmente com amigos. é um ano que ainda está na corda bamba: não sei se não vou viver para fora nos próximos meses. por tudo isso e ainda por mais que não quero referir, quero toda a gente que é importante para mim na festança de comemoração do quarto de século.

vou começar dia 26, sábado, com a inauguração da minha primeira exposição de fotografia. a partir das 18h30, estou no Uptown a mostrar algo que muita gente ainda não conhece sobre mim - o meu olhar fotográfico. à noite, os meus amigos de Dave Matthews Fan Tribute vão homenagear a minha banda preferida de sempre num concerto um tanto ou quanto intimista, seguidos por um DJ que vai fazer o meu deleite musical com o melhor da música Funk e Disco. nada melhor para comemorar, não acham? eu acho que falta sempre alguém... por isso, apareçam. é mesmo significativo para mim.

...

queria simplesmente poder arrancar-te do meu peito. tudo o que mais desejo é tirar o teu gosto da minha boca, o teu cheiro da minha pele, o sentido que fazes quando estamos aninhados na cama a tentar esquecer o mundo lá fora. como posso querer-te perto de mim, se mudaste tudo o que tinha como garantido? se deitaste por terra todas as minhas certezas e me certificaste que nunca conseguiríamos viver um sem o outro?

sonho transplantar-te, superar-te. não suporto mais ter-te dentro de mim e cativar este sentimento que me corrói. viver sem ti pode ser doloroso, mas viver contigo é como se estivesse constantemente a abrir uma ferida que quero que sare. dói demais. não aguento fechar os olhos e sentir-me sempre no momento perfeito em que descobri a curva do teu pescoço e como o meu encaixe era perfeito ali. não consigo nem mais um segundo de pura tortura emocional, quando as memórias se tornam tão sensoriais que é como se continuasses na minha pele. como uma tatuagem. faz sentido, não?

11 de Abril de 2008

talvez seja um pouco agressivo...

... mas não consigo deixar de ouvir isto no meu computador novo. :)

6 de Abril de 2008

segui o conselho...

... da speechless e andei a pesquisar:

bedroom toys
Powered By limobus


é um bom valor... não? :)

2 de Abril de 2008

estou viciada nesta música...

...e ainda vou conseguir curar-me do vício que tenho de ti.



O ciúme dói nos cotovelos,
na raiz dos cabelos,
gela a sola dos pés.

Faz os músculos ficarem moles,
e o estômago vão e sem fome.
Dói da flor da pele ao pó do osso.
Rói do cóccix até o pescoço
Acende uma luz branca em seu umbigo,
Você ama o inimigo e se torna inimigo do amor.
O ciúme dói do leito à margem,
dói pra fora na paisagem,
arde ao sol do fim do dia.

Corre pelas veias na ramagem,
atravessa a voz e a melodia.

31 de Março de 2008

parabéns...


...à minha mana cósmica, que anda sempre com doçuras no sorriso*

26 de Março de 2008

sinto-me anestesiada

as minhas emoções já não são o que eram. antes eram tão bem comportadas... agora teimam em soltar-se como bandeiras e em deixar-me sem chão. não gosto de ficar vulnerável ao que quer que seja, fico irritada e perco as estribeiras. e ainda mais odeio que falem de mim. rebentei, é certo. não consegui controlar-me perante a quantidade de atrocidades que me rodeavam. tu a negares o que sentes por mim, a evitares ser quem és, de novo. depois de dois anos ainda não me conheces? não sou "mais uma", sou eu. e quero o teu beijo, o teu abraço, o calor do teu corpo junto ao meu. também já te disse que não estou apaixonada. já estive, agora isso ultrapassou-se. depois de ter estado contigo a um nível só antes imaginado, o que sinto é bem mais que isso. será amor? talvez, mas nem tento percebê-lo. apenas te peço para estares comigo, como quisermos que seja. e escusas de vir com essa história de que não somos bons um para o outro. só o tempo o pode dizer.

vou fazer uma tatuagem daqui a umas semanas, finalmente. preciso de sentir qualquer tipo de dor para não me sentir mais anestesiada por ti.