de 2007 para 2008
comecei a minha segunda-feira (dia 31) com uma dor de cabeça inacreditável. depois de tomar um medicamento que não resolveu coisa nenhuma arrastei-me até ao sofá e resolvi decidir onde ia nessa noite. os convites foram alguns, mas nada de aliciante: dois deles envolviam viagens no último dia do ano; um até santa cruz (essa bela localidade) e outro até lisboa; e outros dois destinavam-se a sair nesta cidade onde nada se passa realmente. uma amiga até me convidou para ir a uma festa na casa duns amigos dela... mas nem sequer os conheço! essa minha época aventureira já passou. decidi, então, ir com um amigo (e os amigos dele, mais uma vez!!) até ao batô, uma discoteca que só passa música alternativa e bem antiguinha. como já tinha ido lá uma vez na passagem de ano, até era um sítio seguro.
enfim, tudo a postos, toca a virar para o outro lado do sofá e ver o que está a dar na televisão. nada de nada. "então vamos lá ver quem está na net para dar duas de letra". ninguém. bah! e estas dores de cabeça que tendem a aumentar. a meio da tarde liga-me a minha mãe (que, pela primeira vez em muitos anos, ficou pelo porto nesta altura) a dizer que tinha cancelado os planos de ir jantar fora com os amigos e que ia fazer um jantar maravilhoso para mim e para o meu pai. "perfeito!" - pensei eu - "é que já nem saio de casa!". de maneira que a minha passagem de ano foi mesmo aqui em casa, com os pés em cima do sofá! e logo à meia noite saltei com os dois juntinhos para o chão, que eu não acredito nessa treta do pé direito e tenho medo de me magoar quando salto. por isso, toca a saltar com os dois pés... pelo menos temos estabilidade no novo ano!! gostei de estar com os papás, foi confortável. :) ainda recebi um telefonema duma amiga de sempre a dizer que tinha pena que eu não estivesse em lisboa com ela... mas paciência! para o ano há mais... fora de portugal, de certeza!
no dia seguinte, o primeiro do ano, voltei a acordar com dores de cabeça. tentei refrescar com tudo, mas a tarefa estava complicada. toca a tomar outro medicamento para ver se isto passa. estive o dia todo a tentar combater este mau estar e, ainda assim, quando saí à noite para ir ver um concerto de gospel com os meus pais, as coisas andaram mal. adorei o concerto, podia ter sido mais especial... mas adorei :)
por tudo isto, foi um fim e um início dedicado à família. tendo em conta que tenciono mudar bastante neste novo ano, acho que lhes devia um tempo destes de qualidade. mas ainda me dói a cabeça. diz que é uma espécie de sinusite.
enfim, tudo a postos, toca a virar para o outro lado do sofá e ver o que está a dar na televisão. nada de nada. "então vamos lá ver quem está na net para dar duas de letra". ninguém. bah! e estas dores de cabeça que tendem a aumentar. a meio da tarde liga-me a minha mãe (que, pela primeira vez em muitos anos, ficou pelo porto nesta altura) a dizer que tinha cancelado os planos de ir jantar fora com os amigos e que ia fazer um jantar maravilhoso para mim e para o meu pai. "perfeito!" - pensei eu - "é que já nem saio de casa!". de maneira que a minha passagem de ano foi mesmo aqui em casa, com os pés em cima do sofá! e logo à meia noite saltei com os dois juntinhos para o chão, que eu não acredito nessa treta do pé direito e tenho medo de me magoar quando salto. por isso, toca a saltar com os dois pés... pelo menos temos estabilidade no novo ano!! gostei de estar com os papás, foi confortável. :) ainda recebi um telefonema duma amiga de sempre a dizer que tinha pena que eu não estivesse em lisboa com ela... mas paciência! para o ano há mais... fora de portugal, de certeza!
no dia seguinte, o primeiro do ano, voltei a acordar com dores de cabeça. tentei refrescar com tudo, mas a tarefa estava complicada. toca a tomar outro medicamento para ver se isto passa. estive o dia todo a tentar combater este mau estar e, ainda assim, quando saí à noite para ir ver um concerto de gospel com os meus pais, as coisas andaram mal. adorei o concerto, podia ter sido mais especial... mas adorei :)
por tudo isto, foi um fim e um início dedicado à família. tendo em conta que tenciono mudar bastante neste novo ano, acho que lhes devia um tempo destes de qualidade. mas ainda me dói a cabeça. diz que é uma espécie de sinusite.
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